Associações
Como deputado federal, Dário de Moura vai priorizar o apoio às associações de cannabis medicinal e seus usuários. Veja algumas das propostas do candidato para a área:
Vote Dário 5042 para deputado federal de Minas Gerais e garanta:
Hoje o Brasil já tem mais de 40 associações de pacientes com habeas corpus para cultivar cannabis medicinal. A Justiça já reconheceu que isso é direito, e o STJ decidiu que esse direito não depende de renda.
Mas cada associação carrega essa autorização como quem carrega um alvará que pode ser revogado a qualquer hora. Basta uma mudança de entendimento, uma nova operação policial, para quem estiver plantando remédio virar réu. Isso não é segurança jurídica, é sobrevivência dia a dia.
Dário vai defender no Congresso um marco legal nacional, que transforme o cultivo associativo de exceção judicial em direito garantido em lei, sem depender de habeas corpus individual e nem de qual juiz pegar o caso.
Como transformar isso em realidade?
Cannabis medicinal ainda não é obrigação do SUS nem dos planos de saúde no Brasil. Quem precisa de óleo de CBD ou de canabidiol precisa pagar caro em farmácias especializadas ou em importações. Se quiser plantar, tem que entrar na Justiça, sozinho, gastando o que muitas vezes não tem, com advogado.
Enquanto isso, as associações já produzem esse remédio com qualidade, dentro da regulamentação da ANVISA. Elas não são concorrentes do SUS, mas parte da solução que falta.
E como conectar associações ao SUS?
Já são mais de 40 universidades brasileiras pesquisando a cannabis, inclusive a UFMG. O problema é que essas pesquisas ainda andam por fora, sem linhas de financiamento próprias, sem bolsas dedicadas, sem políticas de Estado. A proposta é fomentar essas pesquisas e integrar a elas os conhecimentos de quem já trabalha nas associações.
E como tornar isso realidade?
O Ministério do Desenvolvimento Agrário já defende crédito para pequenos produtores que pesquisam cannabis medicinal, e o SEBRAE tem programas de fomento para negócios ligados à cannabis. Mas as associações que sustentam pacientes há anos sem ver esse dinheiro continuam de fora, sobrevivendo de doações e mensalidades. Quem mais pagou o preço da proibição não pode ficar de fora da distribuição de recursos.
Como tornar isso possível?